IA x Identidade?
- Equipe C35 Filmes

- 12 de mar.
- 1 min de leitura

Muitos temem que a Inteligência Artificial padronize a criatividade e isso pode acontecer, pra mim as ferramentas só se tornam "genéricas" quando é tratada como um produto de prateleira, e não como uma extensão da visão humana.
A IA pode até estar automatizando processos, mas refletir construir identidade continua sendo um território que depende do olhar e sensibilidade humana.
Para o nosso mais novo projeto, recebemos um desafio da China Link: ressignificar o que é um filme institucional, foi aí que decidimos romper com o óbvio e mergulhamos na estética visceral dos filmes de ação dos anos 80: frases de impacto, estereótipos excêntricos, cenas épicas em excesso, etc.
Tudo isso trás a tona uma discussão que transcende o que chamamos de um filme institucional. Não precisamos seguir formulas prontas, padronizadas, precisamos sair da caixa sabendo que o mais importante é criar uma comunicação que cria pontes entre marcas e clientes, ou seja, nossa discussão vai além da IA mas sobre construir essência e identidade.
E não usamos a IA para substituir, mas para expandir o conceito visual. Criamos cenários e cenas que seriam inacessíveis em uma produção convencional.
Cenas captadas com verdade, mantendo o fator humano que conecta a marca ao público. O resultado não é "feito por IA", mas sim uma obra com a alma da empresa, potencializada pela tecnologia.
Por isso, usar IA com autenticidade exige parceiros que não apenas dominem a ferramenta, mas é importante dominar a narrativa.
Usamos a IA para expandir, para completar e para ampliar a capacidade humana. 🚀
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